Compositor: Roberto Gañán Ojea, Luis Miguel Garcia Planello, Tony López, Alberto Javier Amado, Ricardo Delgado, Julio César Sánchez Suáez, José Miguel Redin Redin
É Natal
Vou comprar algo especial para o meu filho
Um animal
Um filhotinho para que ele possa brincar
O separaram de sua mãe assim que nasceu
Direto para essa porra de urna de vidro
Usar e descartar
O verão está começando, eu tenho que abandoná-lo
Uô-ô, ô-ô
Ninguém disse e ele que a estrada
Seria sua fiel e fria companheira
Ninguém disse e ele que, na estrada
Ele morreria estripado na sarjeta
Milhares de animais são as vítimas mortais
De umas mentes anormais que não têm sensibilidade
Sensibilidade
Morrer sob as rodas de um caminhão
Servir de bucha de canhão
Lutas na clandestinidade
Tétricas sessões de dor
Bastarda experimentação
Com total impunidade
Atrás do vidro
Você o vê perambular pela rodovia
Sem descansar
Continua buscando, sem rumo, seu antigo lar
Um uivo na noite me estremeceu
Sob as rodas daquele maldito caminhão
E não é o final
Amanhã começa essa história em outro lugar
Ô-uô, ô-uô
Ninguém disse e ele que a estrada
Seria sua fiel e fria companheira
Ninguém disse e ele que, na estrada
Ele morreria estripado na sarjeta
Ninguém disse e ele que a estrada
Seria sua fiel e fria companheira
Ninguém disse e ele que, na estrada
Ele morreria estripado na sarjeta
Milhares de animais são as vítimas mortais
De umas mentes anormais que não têm sensibilidade
Sensibilidade
Como você é capaz de abandonar
Um amigo tão leal, sabendo qual será o seu final?
Abomino a pessoa que é capaz de maltratar um animal
Quanta irresponsabilidade
Como você é capaz de abandonar
Um amigo tão leal, sabendo qual será o seu final?
Abomino a pessoa que é capaz de maltratar um animal
Quanta irresponsabilidade
Morrer sob as rodas de um caminhão
Servir de bucha de canhão
Lutas na clandestinidade
Tétricas sessões de dor
Bastarda experimentação
Com total impunidade
Ô, ô-ô-ô, ô-ô, ô-ô-ô
Ô, ô-ô-ô, ô-ô, ô-ô-ô